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A relação entre jovens recém introduzidos ao mercado de trabalho é quase como a de um pai e seu filho adolescentes. Os adolescentes sempre acham que seus pais são chatos e antiquados, por sua vez os pais acham os filhos preguiçosos e arrogantes.

Modelando vários líderes de alta performance, cheguei à conclusão que eles, de alguma forma, fazem com que esses jovens se motivem trazendo lembranças de coisas que os faziam realmente felizes na época de faculdade e o que os fizeram escolher tal profissão. Em longo prazo esses jovens devem fazer seu trabalho muito bem feito. Também pude observar que muitas vezes é preciso mudar esse jovem de área, pois seu problema pode ser simplesmente adaptação.

Com o mercado em constante transformação, temos que julgar nossas conquistas pela capacidade de encarar as mudanças e como elas nos afeta. Essa habilidade de reprovação na vida e no trabalho, caracteriza-se como uma área que gera uma grande pressão pessoal.

Para reduzir a pressão em um período de mudança é preciso estar aberto a adotar um jeito positivo de pensar na mudança. Pois estamos condicionados a encará-las de duas formas: aceitação ou resistência.

Aceitação Resistencia
   
Precisamos mudar Mudança é desnecessária
Mudanças criam oportunidades Mudanças sempre causam problemas
Mudanças geram renda Mudanças custam caro
Mudar é maravilhoso Mudar é horrível
Mudanças são excitantes Mudanças são assustadoras
Mudanças me permitem reaprender Mudanças destroem meu aprendizado passado
Adoro mudanças Não gosto de mudanças
Precisamos aceitar mudanças Precisamos resistir à mudanças
Nesse momento preciso de mudança Nesse momento preciso de estabilidade

 

Reflita sobre a tabela e identifique que tipo de profissional você é e caso seja de resistência, isso se limitará às opções disponíveis. Pergunte-se se não precisa procurar um coach para resignificar a mudança. (De preferência, eu…rs)

A tendência em fazer julgamentos críticos ao pessimismo em relação ao sucesso e à negatividade em geral sempre vai levar você a dúvidas, preocupações e ansiedade. Aceite ou pelo menos acostume-se, mudanças acontecem.

Existem duas estratégias que podem ser usadas quando se deseja ligar os objetivos individuais.

– Comece com as mudanças mais simples, as individuais, e trabalhe subindo para as mudança mais relevantes de níveis mais alto.

– Ou vá direto ao Nível hard, tomando o caminho oposto. As demais mudanças serão bem mais simples de aceitar.

Encarar as mudanças de frente elevará sem dúvidas seus níveis de desempenho, embora a ideia de definir objetivos individuais possa parecer direta, o processo de realização é geralmente mais demorado e mais difícil do que se costuma esperar. Especialmente no início quando líderes e funcionários não estão acostumados a mudanças com objetivos específicos.

Para facilitar essa transição o ideal é criar um projeto específico e gerenciar seguindo um cronograma tangenciando até atingir as métricas de satisfação da empresa.

O fundamental é que, mesmo quando as medidas parecem fáceis de definir, é importante pensar nas consequências daquelas que forem escolhidas. Pois se forem usadas apenas métricas de quantidade, os funcionários irão se concentrar em produzir muito, e isso pode reduzir drasticamente a qualidade do serviço.

Deixou a pergunta: Time que tá ganhando não se mexe, ou mudar é preciso?

 

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Até o próximo.

 

Raphael Cruz
CEO, Coach Business